A Microsoft liberou no mês passado o SQL Server Driver for PHP (October 2007) Community Technology Preview (CTP), também conhecido como SQLPHP, uma extensão do PHP5 (para Windows) desenhada para facilitar a integração entre scripts PHP e o SQL Server nas versões 2000 e 2005 de forma procedural (a extensão inclui uma série de funções no escopo global, não muito diferente das funções para trabalhar com MySQL). Esse driver é parte de um esforço que a Microsoft vem fazendo para acomodar melhor no Windows as milhares de aplicações PHP que existem hoje na internet, é de conhecimento geral que a maior parte das páginas dinâmicas rodando hoje em servidores Apache foi desenvolvida usando PHP e suportar melhor essa plataforma garante a Microsoft melhores condições de ganhar campo no mercado de servidores de internet com o IIS7 e finalmente ultrapassar o Apache (o que está muito próximo de acontecer). O download do driver pode ser feito aqui.
Existe uma documentação básica anexa com detalhes da API (em .doc), incluindo detalhes da instalação da extensão (que não difere em nada da instalação de outras extensões compiladas do PHP). Para quem estiver disposto a fazer o download de 524MB de vídeo também existe um bate-papo muito interessante no Channel 9 com a participação dos criadores do driver e um debate sobre outros esforços da Microsoft para que a plataforma Windows dê melhor suporte ao PHP no futuro.
Fiz testes rápidos aqui e a única coisa que me deixou frustrado é realmente a forma como foi implementado, não sei se a Microsoft fez dessa forma por pensar que programadores PHP não conseguem pensar em termos de objeto ou algo do tipo, mas seria muito melhor se todas essas funcionalidades estivessem encapsuladas em uma classe, nesse aspécto a API é um passo para trás.
http://channel9.msdn.com/Showpost.aspx?postid=354811
O ranking da TIOBE Programming Community do mês de Outubro mostra as 20 linguagens mais populares do mundo, não se trata propriamente de um ranking das melhores linguagens, é um índice que mostra as linguagens em que mais linhas de código foram escritas, mais cursos foram disponibilizados e mais referências foram feitas (Java deve aparecer em primeiro porque ganha linhas de código sempre que um universitário brasileiro usa 138 linhas para escrever um Hello World =P).
Interessante notar que o ranking mundial não tem absolutamente NADA a ver com o mercado brasileiro, aqui praticamente não existe espaço para desenvolvimento com Python e Ruby e eu poderia chutar que temos o Java (refletindo a tendência mundial) e o Visual Basic com percentuais muito maiores.
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Uma das mais importantes recomendações de Steve Souders no livro High Performance Web Sites e em sua palestra citada em um dos meus posts recentes é diminuir tanto quanto possível o número de requisições HTTP feitas durante o carregamento do site, uma das técnicas para isso é usar CSS Sprites, mas o que são CSS Sprites?
Existe uma quantidade considerável de webdesigners que não conhecem essa técnica, eu já conhecia e já tinha visto aplicações práticas muito antes de conhecer esse “apelido”, um dos meus mentores (tomo como mentores as pessoas mais experientes e que tem boa vontade de ensinar) costumava me dizer que “Eu poderia fazer um layout inteiro usando uma única imagem”, é mais ou menos disso que se tratam os CSS Sprites.
É especificamente um meio de substituir todas aquelas imagens recortadas por uma solução que aproveita o meio como o CSS funciona, podemos construir uma espécie de grid de imagens em um único arquivo e aproveitar cada uma das “células” desse grid como imagens individuais, fazendo isso podemos armazenar todos os botões, bordas, backgrounds, e qualquer outro elemento em uma única imagem mestre.
A técnica usa exatamente os MESMOS princípios utilizados na técnica de Fast Rollovers e em técnicas derivadas para criar abas de tamanhos automaticamente ajustáveis…
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Steve Souders é o Chief Performance do Yahoo! Inc. e como parte de seu trabalho durante os últimos anos conseguiu determinar 14 regras vitais para melhorar a performance e a usabilidade de sites para o usuário final, basicamente apostando em otimizações no frontend e boas práticas de construção. O trabalho detalhado está em seu livro High Performance Web Sites, publicado pela O’reilly e também conta com exemplos práticos e a “dissecação” dos maiores portais dos EUA em volume de pageviews. Steve também criou a extensão YSlow, um analisador de performance integrado ao Firebug.
Para aproveitar e conhecer mais a fundo o trabalho de Steve e sua equipe no Yahoo! o ideal é mesmo ler o livro, mas aproveitando a deixa e a palestra sobre o assunto adicionada ao Yahoo! UI Theater vou fazer um resumo breve das 14 “dicas” com exemplos.
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